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N "Ensinando com Prazer: Mensagens para Reunião de Pais

20 de junho de 2010

Mensagens para Reunião de Pais


"AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM"


Se as crianças vivem em meio a críticas, aprenderão a condenar.



Se as crianças vivem em meio à hostilidade, aprenderão a brigar.



Se as crianças vivem sendo ridicularizadas, irão se tornar tímidas.



Se as crianças vivem com vergonha, aprenderão o sentimento de culpa.



Se as crianças vivem onde há incentivo, aprenderão a confiança.



Se as crianças vivem onde ocorre a tolerância, aprenderão a paciência.



Se as crianças vivem onde há elogios, aprenderão a apreciação.



Se as crianças vivem onde há aceitação, aprenderão a amar.



Se as crianças vivem onde há aprovação, aprenderão a gostar de si mesmos,



Se as crianças vivem onde há honestidade, aprenderão a veracidade.



Se as crianças vivem com segurança, aprenderão a crer em si mesmas e naqueles que as rodeiam.



Se as crianças vivem em um ambiente de amizade, aprenderão que o mundo é um lugar bom para se viver.


(Dorothy Law Nolte)


"QUINZE COISAS SIMPLES"

1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;

2. Leia com eles;

3. Conte-lhes histórias da família;

4. Limite seu tempo de ver televisão;

5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;

6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;

7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia;

8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;

9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;

10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;

11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que mais interessante com eles;

12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia;

13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;

14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;

15. Mantenha sempre contato com seus professores.


"O Nó do Afeto"


Numa reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se fizessem presentes o máximo


de tempo possível.


Considerava que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempo para se dedicar e entender as crianças.


Mas a diretora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saia para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo ...Quando voltava do trabalho já era muito tarde e o garoto já não estava acordado.


Explicou, ainda que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho


e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.


E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.


Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali


e o havia beijado.


O nó era o meio de comunicação entre eles.


A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.


O fato faz-nos refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente.


E o mais importante é que o filho percebia,


através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.


Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos


o principal que é a comunicação através do sentimento.


Simples gestos como aquele beijo e um nó na ponta do lençol, valiam para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias.


É valido que nos preocupamos com as pessoas, mas é importante


que elas saibam que sintam isso.


Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas “ouçam” a Linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto,


os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.


É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor.


Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol...


"Girassóis e Miosótis"


O girassol é flor raçuda, que enfrenta até a mais violenta intempérie e acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro. O girassol aprendeu a viver com o sole por isso é forte.


Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa. O girassol se vira...e como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada. Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem.


Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmesuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.


O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa.


De qualquer modo fique atento.


Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho...e não proteja demais os seus miosótis.


As rédeas permanecem com vocês..., mas também a tesoura e o regador.


Não negue, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidados matam a planta.


"Eu os amei"


Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:


Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão. Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.


Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queremos pagar”.


Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, por duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.


Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.


Mais do que tudo: Eu os amei o suficiente para dizer-lhes "não", quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e em alguns momentos até me odiaram.


Essas eram as mais difícieis batalhas de todas.


Estamos contentes, vencemos! Porque, no final, vocês venceram também!E, em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossos pais eram maus.Eram os pais mais malvados do mundo".As outras crianças comiam doces no café, e nós tínhamos de comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes.


E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Eles insistiam em saber onde estávamos à toda hora. Era quase uma prisão.


Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles "violavam as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos de tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel.


Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Eles insistiam conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos.A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos de esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde.


O papai, aquele chato, levantava para saber se a festa foi boa só para ver como estávamos ao voltar.Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles. Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos "PAIS MAUS", como os nossos foram.



"A escola dos bichos"



Era uma vez um grupo de animais que quis fazer alguma coisa para resolver os problemas do mundo.


Para isto, eles organizaram uma escola.


A escola dos bichos estabeleceu um currículo de matérias que incluía correr, subir em árvores, em montanhas, nadar e voar.


Para facilitar as coisas, ficou decidido que todos os animais fariam todas as matérias.


O pato se deu muito bem em natação; até melhor que o professor !


Mas quase não passou de ano na aula de vôo, e estava indo muito mal na corrida.


Por causa de suas deficiências, ele precisou deixar um pouco de lado a natação e ter aulas extras de corrida.


Isto fez com que seus pés de pato ficassem muito doloridos, e o pato já não era mais tão bom nadador como antes.


Mas estava passando de ano, e este aspecto de sua formação não estava preocupando a ninguém - exceto, claro, ao pato.


O coelho era de longe o melhor corredor, no princípio, mas começou a ter tremores nas pernas de tanto tentar aprender natação.


O esquilo era excelente em subida de árvore, mas enfrentava problemas constantes na aula de vôo, porque o professor insistia que ele precisava decolar do solo, e não de cima de um galho alto.


Com tanto esforço, ele tinha câimbras constantes, e foi apenas "regular" em alpinismo, e fraco em corrida.


A águia insistia em causar problemas, por mais que a punissem por desrespeito à autoridade.


Nas provas de subida de árvore era invencível, mas insistia sempre em chegar lá da sua maneira...


Na natação deixou muito a desejar...


Cada criatura tem capacidades e habilidades próprias, coisas que faz naturalmente bem.


Mas quando alguém o força a ocupar uma posição que não lhe serve, o sentimento de frustração e até culpa, provoca mediocridade e derrota total.


Um esquilo é um esquilo; nada mais do que um esquilo.


Se insistirmos em afastá-lo daquilo que ele faz bem, ou seja, subir em árvores, para que ele seja um bom nadador ou um bom corredor, o esquilo vai se sentir um incapaz.


A águia faz uma bela figura no céu, mas é ridícula numa corrida a pé.


No chão, o coelho ganha sempre. A não ser, é claro, que a águia esteja com fome !


O que dizemos das criaturas da floresta vale para qualquer pessoa.


Deus não nos fez iguais. Ele nunca quis que fôssemos iguais.


Foi Ele quem planejou e projetou as nossas diferenças, nossas capacidades especiais !


Descubra seus dons naturais...